TSE nega pedido de aliados de Lula sobre filme 'Dark Horse' em campanha eleitoral
O TSE rejeitou o pedido de aliados de Lula para proibir o uso do filme 'Dark Horse' na campanha de Flávio Bolsonaro, alegando que não há legitimidade na ação.

TSE nega pedido de aliados de Lula sobre filme 'Dark Horse'
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, decidiu nesta sexta-feira (12) não acatar um pedido feito por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A solicitação visava impedir que o filme "Dark Horse", que retrata a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, fosse utilizado como propaganda na campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL).
De acordo com Nunes Marques, a decisão é de natureza processual e está alinhada com a jurisprudência do TSE. O ministro destacou que os autores da ação não são candidatos ao mesmo cargo, o que inviabiliza o questionamento sobre a exibição do filme.
O pedido foi formalizado por advogados do Grupo Prerrogativas e pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG). No entendimento do TSE, como Correia é pré-candidato apenas no estado de Minas Gerais, ele não possui legitimidade para contestar a propaganda eleitoral em questão.
Essa decisão do TSE mantém a liberdade de exibição do filme durante o período eleitoral, permitindo que a produção continue a ser utilizada na campanha de Flávio Bolsonaro, em um cenário já polarizado entre os apoiadores de diferentes candidatos.
Publicação automática · Equipe Beetech. Conteúdo apurado e redigido por automação a partir de G1 — Política. Leia a publicação de referência aqui. Para correções, fale com a redação.

Continue lendo
Notícias relacionadas
Política NacionalApostas se tornaram um desafio de saúde pública, diz Gian Oddi
Gian Oddi, comentarista da ESPN, acredita que clubes de futebol buscarão apoio do governo para regulamentar as apostas.
Política NacionalDesenrola 3.0: programa busca quitar R$ 150 bilhões em dívidas no Brasil
O Desenrola 3.0 abrange dívidas de cartão de crédito rotativo e crédito pessoal, com atraso de 2 a 4,5 anos.
Política NacionalProjeto que criminaliza apostas prevê penas de até 6 anos de reclusão
O ministro da Justiça ressaltou que a fiscalização é essencial, mas não será suficiente para coibir as apostas ilegais.
💬 Comentários
Seja o primeiro a comentar nesta matéria.