Produtora de 'Dark Horse' omite informações sobre financiamento à Ancine
A Go Up alega que uma empresa americana, ligada à produtora, foi responsável pela contratação do elenco do filme sobre Bolsonaro.

Produtora de 'Dark Horse' omite informações sobre financiamento à Ancine
A produtora responsável pelo filme 'Dark Horse', que retrata a figura de Jair Bolsonaro, está sendo investigada por possíveis irregularidades em relação ao financiamento do projeto. A Go Up, empresa envolvida na produção, afirma que a contratação do elenco principal foi realizada por uma empresa estrangeira. No entanto, essa empresa é, na verdade, uma companhia americana que pertence à mesma proprietária da produtora brasileira.
Essa estratégia parece ter sido adotada para evitar multas e penalidades junto à Agência Nacional do Cinema (Ancine), que regula e fiscaliza o setor audiovisual no Brasil. A falta de transparência sobre quem realmente controla os recursos financeiros do filme levanta questões sobre a legalidade das operações da produtora e sua conformidade com as normas do órgão.
As implicações dessa situação podem ser significativas, tanto para a Go Up quanto para a reputação do filme, que já enfrenta críticas e controvérsias desde sua concepção. A Ancine deve aprofundar suas investigações para esclarecer os fatos e garantir que as regras do setor sejam respeitadas.
Publicação automática · Equipe Beetech. Conteúdo apurado e redigido por automação a partir de The Intercept Brasil. Leia a publicação de referência aqui. Para correções, fale com a redação.

Continue lendo
Notícias relacionadas
Política NacionalApostas se tornaram um desafio de saúde pública, diz Gian Oddi
Gian Oddi, comentarista da ESPN, acredita que clubes de futebol buscarão apoio do governo para regulamentar as apostas.
Política NacionalDesenrola 3.0: programa busca quitar R$ 150 bilhões em dívidas no Brasil
O Desenrola 3.0 abrange dívidas de cartão de crédito rotativo e crédito pessoal, com atraso de 2 a 4,5 anos.
Política NacionalProjeto que criminaliza apostas prevê penas de até 6 anos de reclusão
O ministro da Justiça ressaltou que a fiscalização é essencial, mas não será suficiente para coibir as apostas ilegais.
💬 Comentários
Seja o primeiro a comentar nesta matéria.