Ministério da Saúde reconhece falhas na execução de emendas, mas afirma que correções foram feitas
O Ministério da Saúde admitiu fragilidades na execução de emendas parlamentares, mas garantiu que os problemas foram corrigidos em nota ao STF.

Ministério da Saúde reconhece falhas em emendas parlamentares
O Ministério da Saúde enviou uma nota técnica ao Supremo Tribunal Federal (STF) onde admite a existência de fragilidades e deficiências na execução de emendas parlamentares. O documento, enviado nesta quinta-feira (3), é uma resposta a uma decisão do ministro Flávio Dino, que é o relator do caso que discute a transparência das emendas.
Em julho de 2026, o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) já havia encaminhado ao STF um relatório que analisou 75 auditorias referentes a emendas do Orçamento de 2024, totalizando R$ 53,3 milhões. Essas emendas, em sua maioria individuais e de bancada, foram direcionadas a 48 municípios em 23 estados, com o objetivo de financiar melhorias na saúde, como o Incremento de Piso de Atenção Primária e de Média e Alta Complexidade.
Apesar das fragilidades apontadas, o Ministério da Saúde assegura que as correções necessárias foram implementadas, buscando garantir maior transparência e eficiência na aplicação dos recursos destinados à saúde pública.
Publicação automática · Equipe Beetech. Conteúdo apurado e redigido por automação a partir de G1 — Política. Leia a publicação de referência aqui. Para correções, fale com a redação.

Continue lendo
Notícias relacionadas
Política NacionalApostas se tornaram um desafio de saúde pública, diz Gian Oddi
Gian Oddi, comentarista da ESPN, acredita que clubes de futebol buscarão apoio do governo para regulamentar as apostas.
Política NacionalDesenrola 3.0: programa busca quitar R$ 150 bilhões em dívidas no Brasil
O Desenrola 3.0 abrange dívidas de cartão de crédito rotativo e crédito pessoal, com atraso de 2 a 4,5 anos.
Política NacionalProjeto que criminaliza apostas prevê penas de até 6 anos de reclusão
O ministro da Justiça ressaltou que a fiscalização é essencial, mas não será suficiente para coibir as apostas ilegais.
💬 Comentários
Seja o primeiro a comentar nesta matéria.