Fachin cancela sessão e adia julgamento de Mendonça em meio à crise no STF
O presidente do STF, Edson Fachin, cancelou uma sessão extraordinária e adiou o julgamento de André Mendonça, intensificando a crise interna na Corte.

Crise no STF: Fachin toma decisões em meio a conflitos internos
Nesta quinta-feira (17), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tomou duas medidas significativas diante da crescente crise interna na Corte. Ele decidiu cancelar uma sessão extraordinária do plenário e retirar da pauta o julgamento relacionado à atuação do ministro André Mendonça em investigações sobre o Banco Master.
Essas decisões foram tomadas após uma semana tensa, marcada por desavenças entre os ministros e divergências sobre a condução de investigações. A situação foi ainda mais agravada por atritos públicos entre integrantes do tribunal. O julgamento que analisaria a atuação de Mendonça estava previsto para o dia 23 de setembro e havia sido agendado por Fachin, que optou por tratar o caso de forma separada do processo envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.
Com a retirada do caso da pauta, Fachin anunciou que a sessão sobre a atuação de Mendonça será remarcada, mas ainda não há uma nova data definida. A situação no STF continua a gerar preocupação e especulações sobre o futuro da Corte e a condução de suas atividades.
Publicação automática · Equipe Beetech. Conteúdo apurado e redigido por automação a partir de G1 — Política. Leia a publicação de referência aqui. Para correções, fale com a redação.

Continue lendo
Notícias relacionadas
Política NacionalApostas se tornaram um desafio de saúde pública, diz Gian Oddi
Gian Oddi, comentarista da ESPN, acredita que clubes de futebol buscarão apoio do governo para regulamentar as apostas.
Política NacionalDesenrola 3.0: programa busca quitar R$ 150 bilhões em dívidas no Brasil
O Desenrola 3.0 abrange dívidas de cartão de crédito rotativo e crédito pessoal, com atraso de 2 a 4,5 anos.
Política NacionalProjeto que criminaliza apostas prevê penas de até 6 anos de reclusão
O ministro da Justiça ressaltou que a fiscalização é essencial, mas não será suficiente para coibir as apostas ilegais.
💬 Comentários
Seja o primeiro a comentar nesta matéria.