Brasil admite tarifa de 12,5% dos EUA por falhas no combate ao trabalho forçado
O governo brasileiro reconhece que os EUA devem aplicar uma tarifa adicional de 12,5% por falhas na fiscalização do trabalho forçado. A decisão sobre a cumulatividade das tarifas será divulgada na próxima semana.

Tarifa adicional dos EUA
O governo do Brasil confirmou que os Estados Unidos devem implementar uma tarifa adicional de 12,5% em resposta à falta de medidas eficazes para proibir e fiscalizar a importação de produtos fabricados com trabalho forçado. Essa situação levanta preocupações sobre o impacto econômico para as exportações brasileiras.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, expressou incerteza sobre se essa nova tarifa será acumulativa com a sobretaxa de 25% já anunciada pelos EUA. A expectativa é que a decisão sobre a cumulatividade das tarifas seja conhecida na próxima semana, após a conclusão da investigação sobre o trabalho forçado.
Elias Rosa destacou que a investigação será finalizada na sexta-feira da próxima semana, momento em que se saberá se os produtos brasileiros enfrentarão a soma das tarifas ou se haverá alguma exclusão. Essa situação poderá afetar significativamente as relações comerciais entre os dois países.
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