Alckmin comenta sobre Lei de Reciprocidade e busca solução para tarifas dos EUA
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a Lei de Reciprocidade não será aplicada se negociações com os EUA não avançarem, enfatizando a busca por soluções.

Alckmin fala sobre Lei de Reciprocidade em evento em São Paulo
Em um evento realizado em São Paulo na noite de quarta-feira (22), o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, abordou a questão das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Ele destacou que, caso as negociações com os EUA não avancem, a aplicação da Lei de Reciprocidade não será a prioridade do governo.
Alckmin, que é membro do PSB, ressaltou que o objetivo do governo não é promover uma guerra comercial, mas sim encontrar soluções para os problemas enfrentados. Ele lembrou que a Lei de Reciprocidade foi aprovada por unanimidade e pode ser um recurso a ser considerado, mas não deve ser utilizada como um instrumento de retaliação.
"A ideia é buscar solução, e a Lei de Reciprocidade é um importante instrumento que o governo deve avaliar e adequar conforme a situação", afirmou Alckmin. A declaração vem em meio a um cenário de tensões comerciais, especialmente após a confirmação dos EUA sobre a imposição de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros na semana passada.
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